Vista aérea baixa de fileiras de milho que correm até o horizonte, sob céu claro.

Terras agrícolas e recursos naturais.

Investimento de longo prazo na América do Sul, na Austrália e na América do Norte.

Tese

Terra produtiva é finita. A demanda por alimentos segue crescendo.

A terra agrícola reúne duas fontes de valor: a renda de cada safra e um ativo físico e escasso, que atravessa ciclos. Nossa tese é escolher bem a terra e fazê-la produzir mais sem esgotar o solo e a água.

Imagem de satélite de talhões perto de Luís Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia: campos em tons de terra, terraços em curva de nível que seguram o solo e a escarpa da chapada à esquerda.
  • Ativo real e escasso

    A área agricultável do planeta é limitada e disputada por cidades, infraestrutura e conservação. Terra com bom solo, água e logística não se fabrica.

  • Demanda crescente

    Mais pessoas, renda maior e dietas com mais proteína ampliam a demanda por alimentos, ração e bioenergia.

  • Inflação e diversificação

    A terra é um ativo real: ao longo do tempo, sua renda e seu valor tendem a acompanhar a inflação, e costumam responder a forças diferentes das que movem ações e renda fixa.

  • Produtividade e manejo geram valor

    Correção de solo, irrigação, tecnologia e gestão próxima aumentam a produtividade, e a renda maior se reflete aos poucos no valor da terra.

  • 10,3 bilhões

    de pessoas no pico projetado da população mundial, em meados da década de 2080 — ante 8,2 bilhões em 2024Fonte 1

  • cerca de 50% a mais

    de alimentos, ração e biocombustíveis que a agricultura precisará produzir em 2050, ante 2012, para atender à demandaFonte 2

Base cartográfica: Natural Earth (domínio público).

Regiões

Três regiões de agricultura em escala.

As três têm produtores profissionais, base técnica e mercados de terra estabelecidos. Cada uma combina renda, valorização e risco de forma diferente, e diversificar entre elas faz parte da tese.

Ver todas as regiões

17,1° S · 56,6° O

América do Sul

Grãos, oleaginosas, cana, café e proteína animal, com vocação exportadora. Escala e custos competitivos, com espaço para criar valor pela produtividade — como na recuperação de pastagens degradadas.

América do Sul em detalhe
Imagem de satélite em cor natural, de 18 por 12 quilômetros: lavouras e campos às margens do rio Negro, no oeste do Uruguai, em 24 de setembro de 2025.
Pampa · Sentinel-2B · 24 set. 2025Contains modified Copernicus Sentinel data 2025

25,8° S · 134,3° L

Austrália

Grãos de sequeiro, pecuária e culturas irrigadas de alto valor. Mercados de água desenvolvidos e a proximidade da demanda asiática.

Austrália em detalhe
Imagem de satélite em cor natural, de 18 por 12 quilômetros: talhões retangulares perto de Murrami, na Riverina (Nova Gales do Sul, Austrália), em 19 de agosto de 2025.
Riverina · Sentinel-2B · 19 ago. 2025Contains modified Copernicus Sentinel data 2025

52,9° N · 100,6° O

América do Norte

Grãos e oleaginosas em larga escala e culturas permanentes, como pomares e vinhedos. Mercado maduro, com longas séries de preços de terra e de arrendamento.

América do Norte em detalhe
Imagem de satélite em cor natural, de 18 por 12 quilômetros: lavouras na malha de estradas de uma milha, perto de Collins e Maxwell, no condado de Story, em Iowa (Estados Unidos), em 14 de julho de 2025.
Iowa · Sentinel-2C · 14 jul. 2025Contains modified Copernicus Sentinel data 2025

Abordagem

Seis etapas, da busca à saída.

Todo investimento percorre o mesmo caminho, e cada etapa deixa documentado o que foi verificado.

A abordagem completa
  1. Originação

    Prospecção direta, com proprietários e parceiros locais, de áreas com fundamentos sólidos: solo, água, clima, logística e titulação.

  2. Diligência

    Solo e água analisados em campo, histórico produtivo, cadeia dominial, conformidade ambiental e premissas de mercado, antes de qualquer compromisso.

  3. Estruturação

    Aquisição, arrendamento ou parceria, conforme o objetivo de cada investidor e as regras de cada país, com governança e alinhamento de interesses desde o início.

  4. Operação

    Gestão próxima do campo, com operadores locais selecionados, orçamento por safra e indicadores acompanhados de perto.

  5. Manejo responsável

    Solo, água, vegetação nativa e pessoas tratados como parte do valor do ativo, com metas e indicadores durante todo o ciclo.

  6. Realização

    Saída planejada desde a entrada — por venda, recapitalização ou renovação de contratos — conforme o ciclo agrícola e o momento do mercado.

Manejo responsável

Solo, água, natureza e pessoas.

Esses quatro fatores determinam quanto uma terra produz ao longo dos anos, e por isso cada um tem objetivos próprios no plano de cada propriedade.

Solo
Plantio direto, cobertura e rotação de culturas, com a fertilidade corrigida a partir de análise de solo.
Água
Irrigação eficiente, outorgas e direitos de uso em dia, e proteção de nascentes e matas ciliares.
Biodiversidade
Vegetação nativa e áreas protegidas preservadas, corredores ecológicos mantidos e manejo integrado de pragas.
Pessoas
Trabalho formal e seguro, operadores e comunidades locais como parceiros de longo prazo e diálogo aberto com a vizinhança.
Ler os princípios

Contato

Para investidores e proprietários de terra.

Estamos à disposição de investidores institucionais, family offices e proprietários interessados no investimento em terras agrícolas. A primeira conversa é reservada.